A Universal nega que o CEO Lucian Grainge tenha tido qualquer envolvimento pessoal na música de provocação de Kendrick Lamar direcionada a Drake.

A Universal nega que o CEO Lucian Grainge tenha tido qualquer envolvimento pessoal na música de provocação de Kendrick Lamar direcionada a Drake.
A Universal Music Group (UMG) rejeitou novas alegações da equipe jurídica de Drake, que afirmavam que o presidente e CEO da empresa no Reino Unido, Lucian Grainge, estava ciente e envolvido em um plano para difamar o rapper canadense por meio da música de provocação de Kendrick Lamar. Os advogados de Drake exigiram que a UMG entregasse as comunicações de Grainge, mas a gravadora descartou o pedido como infundado. A disputa surgiu a partir da faixa de Lamar em 2024, **Not Like Us**, que contém letras que insinuam que Drake tem relacionamentos inadequados com menores. A arte do single também apresenta a casa de Drake marcada com símbolos usados para identificar agressores sexuais registrados. Drake nega essas acusações e processou a UMG (controladora de sua gravadora, a Republic Records) em janeiro, argumentando que a gravadora promoveu uma música que o retratava falsamente como criminoso. A UMG inicialmente chamou o processo de "completamente sem mérito". Em documentos judiciais recentes, a equipe de Drake sugeriu que Grainge teve um papel na divulgação da música. Os advogados da UMG rebateram, chamando isso de "tentativa transparente de assediar" a empresa e desperdiçar seus recursos. Eles afirmaram que Grainge nunca ouviu a música antes de seu lançamento e enfatizaram que, como CEO de uma corporação global, ele não supervisiona o lançamento de faixas individuais. A equipe jurídica da UMG acrescentou que Drake já havia concordado em não solicitar documentos de Grainge e argumentou que não há motivo legítimo para envolvê-lo agora. Eles descreveram o pedido de Drake como absurdo, sugerindo que ele implica que "só poderia ter perdido uma batalha de rap devido a alguma conspiração corporativa de alto nível". A gravadora está pressionando para que o caso seja totalmente arquivado, mantendo que músicas de provocação são uma forma de arte reconhecida que envolve insultos exagerados, e permitir que o processo de Drake prossiga sufocaria a expressão artística. Drake ainda não respondeu ao último documento da UMG. **The Guardian** entrou em contato com os representantes de Drake para comentar.

PERGUNTAS FREQUENTES
### **Perguntas frequentes sobre a negação da Universal quanto ao envolvimento de Lucian Grainge na música de provocação de Kendrick Lamar contra Drake**

#### **Perguntas básicas**

**1. O CEO da Universal Music Group, Lucian Grainge, ajudou Kendrick Lamar em sua música de provocação contra Drake?**
Não. A Universal Music Group negou qualquer envolvimento de Lucian Grainge na música de provocação de Kendrick Lamar direcionada a Drake.

**2. Por que as pessoas pensariam que Lucian Grainge estava envolvido?**
Alguns fãs especularam que, como Kendrick é contratado da Interscope Records (da UMG), Grainge poderia ter tido um papel — mas a UMG esclareceu que isso não é verdade.

**3. O que exatamente a Universal disse sobre isso?**
A Universal negou as alegações, afirmando que Grainge não teve envolvimento pessoal na criação ou lançamento da música de provocação.

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#### **Perguntas intermediárias**

**4. Um CEO como Lucian Grainge poderia influenciar brigas entre artistas do rap?**
Embora executivos de gravadoras possam moldar decisões comerciais, o envolvimento direto em disputas artísticas pessoais é improvável e seria visto como não profissional.

**5. A Universal já interferiu em conflitos entre artistas antes?**
Não há evidências públicas de que executivos da UMG tenham se intrometido diretamente em brigas de rap. As gravadoras geralmente focam no lado comercial, não em disputas pessoais.

**6. Por que a Universal negaria isso com tanta veemência?**
Para evitar dramas desnecessários, riscos legais ou a percepção de interferência corporativa na expressão criativa dos artistas.

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#### **Perguntas avançadas**

**7. Kendrick Lamar precisa de aprovação da gravadora para lançar uma música de provocação?**
Artistas geralmente têm liberdade criativa, mas lançamentos importantes podem exigir autorização da gravadora por questões legais ou de direitos de sample — não pelo conteúdo.

**8. Poderia haver consequências legais se um CEO estivesse envolvido em uma música de provocação?**
Possivelmente. Se houvesse difamação ou violações contratuais, a gravadora poderia enfrentar responsabilidade, razão pela qual a UMG se distanciaria.

**9. Como as gravadoras geralmente lidam com brigas de rap entre seus artistas?**
As gravadoras costumam permanecer neutras, a menos que os interesses comerciais estejam em risco. A maioria dos conflitos é deixada para os artistas.

**10. Onde começou o boato sobre o envolvimento de Grainge?**
Provavelmente de teorias de fãs ou especulações exageradas online, sem fontes confiáveis que sustentem a alegação.

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